Agência Nacional de Mineração interdita 56 barragens

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Cinquenta e seis barragens de rejeitos de minério em oito estados do país foram interditados pela Agência Nacional de Mineração (ANM) por falta de laudos de segurança ou por problemas de estabilidade. Desse total, 18 pertencem à mineradora Vale S.A.

Segundo a ANM, foram 39 barragens interditadas por falta de documentação, ou seja, as empresas não enviaram à Agência a Declaração de Controle de Estabilidade (DCE), que atesta as condições das barragens, se elas estão em boas condições, seguras ou estáveis. Outras 17 foram embargadas porque mesmo com as DCEs enviadas, a Agência Nacional de Mineração recebeu laudos concluindo que as estruturas não estão estáveis.

Em nota, a Vale informou que foram renovadas 80 Declarações de Condição de Estabilidade (DCE) de suas estruturas operacionais, que estavam vencendo em 31 de março de 2019. E que não tiveram suas DCEs renovadas: barragem Sul Superior, da mina de Gongo Soco; barragens B3/B4, da mina de Mar Azul; barragem Vargem Grande, do Complexo de Vargem Grande; barragens Forquilha I, Forquilha II, Forquilha III e Grupo, do complexo de Fábrica.

Minas é o estado com mais barragens interditadas, chegando ao total de 36 barragens, das 56 no total.

Barragens interditadas por falta de documentação (DCE):

São Paulo:  6

Rio Grande do Sul: 2

Pará: 1

Mato Grosso: 4

Minas Gerais: 23 (8 da VALE)

Goiás: 2

Amapá: 1

Barragens interditadas por falta de estabilidade:

Minas Gerais: 13 (10 da Vale)

Pará: 3 (2 da Vale)

Paraná: 1

Fonte: O Eco

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